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Influências

Li, dias atrás, em um artigo de uma revista uma frase que chamou muita a minha atenção: “o preconceito é um poderoso instrumento para economia de tempo, pois ele permite que o indivíduo forme uma posição sem ter o trabalho de verificar os fatos”.

Um jornalista, por mais sério que possa ser, não consegue se despir de sua ideologia política, da sua formação religiosa ou dos seus valores, sempre que escreve algo para ser publicado.

 

E os meios de comunicação sejam impresso, televisivo ou eletrônico, tem compromissos com a sua principal fonte de receita que são os seus anunciantes, além da avalanche de besteiras e bobagens que recebemos diariamente vindo das redes sociais sem nenhum critério.

O problema é que em nossa correria do dia a dia, temos sempre a tendência em nos inclinarmos a tudo aquilo que nos é mais conveniente, que nos favorece e que se aproxima das nossas convicções, porque pensar dá trabalho 

Trazendo tudo isso para a nossa vida, nos deparamos com uma situação muito semelhante, pois nos deixamos conduzir por vários fatores externos que nos são impostos, por padrões, como por exemplo: padrão financeiro, padrão social, padrão de comportamento, padrão de beleza, e por rótulos: isso é coisa de homem, isso coisa de mulher, isso não é coisa de gente séria, isso não pega bem e etc.

 Com todas essas influências externas, que quase sempre ninguém sabe quem foi o autor ou porque começou, nós nos esquecemos da nossa essência e da nossa verdadeira vocação, pois estamos sempre preocupados em nos adequar a tudo isso e nos transformando em alguém que verdadeiramente não somos.

A nossa insegurança, muitas vezes nos impede em dar uma opinião, em falar o que pensamos, em expressar um sentimento, ou mostrar quem somos, porque estamos quase sempre na defensiva, nos protegendo do “o que vão pensar sobre nos”, e ai vamos tomando um rumo diferente deixando de se relacionar com pessoas e coisas que gostaríamos de fazer, e prosseguimos a vida, muitas vezes construindo um monte de coisas e sem saber por que não conseguimos ser felizes.

O nosso espírito é dotado de varias habilidades e vocações e por conta de todas essas influências, nós com o tempo, vamos deixando de lado por puro preconceito, porque o mundo a cada minuto que passa esta inventando um nova moda e nós na nossa ignorância corremos atrás para nos adaptar e não ficar de fora.

 Portanto, devemos deixar de lado o preconceito que temos com nos mesmos e descobrir todas as nossas verdadeiras habilidades e vocações, mesmo que isso não agrade a todo o mundo, pois elas nos foram dadas porque são as ferramentas que usaremos para o nosso crescimento espiritual, e ai a gente muda, nos tornamos mais equilibrados, e, portanto, mais felizes e toda vez que a gente muda, por mais ínfimo que possa parecer também estamos mudando o mundo.

 

 Texto de Milton, médium do Templo Espiritual Caboclo Pena Verde.